segunda-feira, 28 de março de 2011

sábado, 12 de março de 2011

teve de ser

Meu corpo desiste
Mas a minha mente não!
Ela é a única que resiste
Porque o resto diz não…

Envergonho-me do não,
Orgulho-me do tentei.
Nunca me louvarão…
Mas tentei!

Quero continuar,
Seguir em frente
Sem importar,
Se tum-tum do meu coração ardente,
Cessa finalmente…
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

declaração

Te amo tanto...
Os momentos
Que passamos,
Foram pequenos.

Mas Aqueles que
Iremos passar
Serão maiores!

Independentemente se estás
Longe ou perto
Amarte-ei!

Te quero.
Preciso de ti.
Te necessito.
Preciso de ti.

Te adoro,
Te amoro,
Te amo!

És melhor,
Que as vozes!
que as próprias estrelas!


TE AMO
escrito por Daniel Fróis
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Súbito abreolhos

Estou feliz!
É estranho…
Se Concretizou
o que sempre quis…

Estou feliz tanto ao pé
De uns e de outros…
Já nao me isolo
Ou me escondo…

O mundo negro
Se foi
E A escuridão
Clarificou!

O medo de dissipar,
No vazio…
Acabou!
Nem da para acreditar…

As máscaras,
Foram destruidas!
Nem da para acreditar…

Abri os braços ao mundo
E este me recompensou!
Nem da para acreditar…

Nao preciso de defesas
Para o causador da escuridão!
Nem da para acreditar…

É um novo eu…
A emergir!
Com voz própria!
E um sorriso na cara…
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dúvida

Parei de ouvir…
Será que parei de sentir?
Ou de querer proferir?

As razões da surdez
São me estranhas…
Nao as oiço!

Porquê?
Elas nao ajudaram?
Elas nao apoiaram?

Nao foram elas…
Que me acompanharam,
Que me transformaram
Na pessoas que sou hoje?

Porque é que estou surdo?
Porque é que as vozes
Se calaram?
Porque?!

Nao Quero as ouvir…
Quero falar
Quero ser ouvido
Quero gritar!

Já nao queriam
Saber de mim.
para elas eu
sou nada!

As vozes
Os heterónimos
Os outros eus
Eu

Somos só uma brisa
Neste mundo
Nesta vida.

O medo a dissipação
Da brisa
É tão grande.

Elas me prendiam
Para nao se dissiparem...
Agora soltei-me
Da masmorra!

Sou livre!
De gritar!
De ouvir!
E de nao as ouvir!
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Para: a minha sombra De: mim

És a única que me faz companhia.
Nada te irrita,
És aquela que ouve,
aquela que não faz birra.

nunca me criticaste,
nem pensas-te tal,
nunca me abandonas-te,
nem quiseste tal...

talvez queiras,
talvez pensas,
talvez julgas-me,
talvez também estás,

como eu,
farto, cansado,
desiludido, revoltado.

só não consegues
te fazer ouvir.
como te compreendo...
ninguém nos ouve.

talvez um dia,
um dia nos oiçam,
nos compreendam,

se calhar isso seja
pedir demasiado...
Nem todos querem
perder o seu tempo,

com um adolescente,
com um estudante,
com um novo adulto,

Um dia nos
quererão ouvir...
aí nós,
viremos a cara e responde-mos...

Tarde demais.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Desabafo

Não consigo parar de pensar.
Escuridão não me envolve
como envolvia,
terra não treme
como tremia,

problemas de outros tempos
parecem ter sido uma brisa,
algo insignificante,
estúpido talvez.

fiz tempestades
em copos de agua
quase cometi erros...

tudo com a desculpa
de que estava sofrer
quando de facto
eu queria sofrer!

dizia que queria sentir
algo diferente
do sofrimento
no entanto desesperava
por sentir

não fazia diferença
dor,ódio,felicidade,
traição,amor,destruição
tudo me satisfaria,
mas não senti...

sou só uma casca
daquilo que era.
casca de uma criança,
casca de um adolescente,
casca de uma infância
de uma vida

sou só uma casca
de um ser efémero
e frágil
que a única coisa que marca
são as tempestades.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

as melhoras

Tenho saudades
Do teu sorriso,
Da tua forma de ser

Tenho saudades tuas
Pois nunca conheci,
Nem vi,
Uma pessoa como tu

Tenho saudades
Do teu humor imprevisível,
Da tua voz inesquecível.....

No silêncio ouço a tua voz,
No silêncio te procuro,
No silêncio penso em ti,
No silêncio parece que nunca partis-te,



Mas não quero só encontrar-te no silêncio,
Quero encontrar-te em todo o lado
Para que possamos,
Conversar, falar ou desabafar
Tenho saudades tuas, Volta depressa!

a mentira

a maior mentira da minha vida
foi dita
quando pensei que podia te confiar
mas eu passo os momentos todos a duvidar
a interrogar
a pensar

será que traíste-me?
será que enganaste-me?
será que aquilo que eu pensava
que fosse verdade não passava de uma ilusão?

tu ignoras-me
tu dizes-me mentiras
tu enganas-me milhões de vezes
e mesmo assim esperas que eu esteja la

tu queres ter-me na tua mão
como um objecto ou brinquedo
pensas que eu não sinto nada
mas sinto Raiva, dor, vergonha, medo, odio

há momentos em que apetece-me dizer-te
NÃO!
não sou o teu bicho de estimação
não sou um bobi que te siga para todo o lado
um animal que possas ignorar
de tomar por garantido

Duvido que alguma vez
eu te o consiga dizer.


desculpa por duvidar
mas eu não consigo
parar de pensar

pois tu traíste-me uma vez
e não há nada que me o possa comprovar
que não o farás uma segunda vez?

Como te direi?

Eu irei sempre amar-te
Eu sempre te direi
Mesmo sendo dificil declarar-me
Irei deixar a vergonha de parte e declarar-me-ei

Nem que comece a chover, eu te direi,
Nem que esteja sol abrasador, eu declarar-me-ei
Mas se receber um não, o que farei?
E se receber um sim, o que te direi?

Mas eu nunca o saberei
Mas como te direi
Ou à frente de todos
Ou enviar-te-ei uma mensagem

Já não sei
Já me bloqueei
Já me fartei de esperar
Enviar-te ei uma mensagem

E assim o farei
E esperarei
Para todo o SEMPRE
Com todo o amor, mitchell